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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-07-23T12:47:51Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.14867/848422">
    <title>Operações Multidomínio (MDO) no Sul Global: modelo mínimo viável para C2 e dados.</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.14867/848422</link>
    <description>Título: Operações Multidomínio (MDO) no Sul Global: modelo mínimo viável para C2 e dados.
Autor(es): Issmael Junior, Ali Kamel
Descrição: Operações Multidomínio (Multidomain Operations, MDO) e agendas correlatas, como Joint All-Domain&#xD;
Operations (JADO) e Joint All-Domain Command and Control (JADC2), oriundas dos Estados Unidos da&#xD;
América (EUA) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), reposicionam a vantagem&#xD;
operacional na integração de dados, conectividade e comando e controle (C2) sob contestação&#xD;
(EUA, 2018; 2022; OTAN, 2015; 2018). Países do Sul Global enfrentam, contudo, restrições fiscais,&#xD;
heterogeneidade de sistemas, dependência tecnológica e vulnerabilidades cibernéticas que dificultam&#xD;
a adoção de arquiteturas complexas e proprietárias. Este artigo propõe um modelo mínimo viável&#xD;
para MDO, entendendo-o como um conjunto incremental de capacidades materiais e não materiais&#xD;
capaz de gerar ganhos mensuráveis sem pressupor convergência plena a ecossistemas de alto custo.&#xD;
A pesquisa é qualitativa, analítica e propositiva, baseada em revisão bibliográfica e documental de&#xD;
documentos doutrinários e estratégicos. Como síntese, o artigo apresenta um framework em camadas&#xD;
(dados, integração, decisão e efeitos), uma escala de maturidade em cinco níveis, uma matriz de riscos&#xD;
(espectro eletromagnético, cibernético e cognitivo) com mitigação prioritária e um roteiro por fases&#xD;
para implementação. Para reforçar aderência institucional sem recorte de Força, utiliza-se evidência&#xD;
documental brasileira sobre autonomia tecnológica, continuidade de capacidades e resiliência de&#xD;
serviços essenciais e infraestruturas críticas (Brasil, 2020a; 2020b; 2025a; 2025b; 2025c). Conclui-se que&#xD;
a abordagem mínima viável reduz lock-in, favorece resiliência sob degradação e oferece um caminho&#xD;
realista para países do Sul Global ampliarem coordenação conjunta, interoperabilidade incremental e&#xD;
capacidade de resposta em ambientes contestados.
Tipo: article</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.14867/848407">
    <title>Ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I) nas Forças Armadas: autossuficiência ou terceirização?</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.14867/848407</link>
    <description>Título: Ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I) nas Forças Armadas: autossuficiência ou terceirização?
Autor(es): Issmael Junior, Ali Kamel
Descrição: A organização e o investimento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I) nas Forças Armadas são condições estruturantes para a autonomia estratégica do Brasil, e este policy paper demonstra, com base em evidências históricas e comparação internacional, que nem a autossuficiência plena nem a terceirização ampla da CT&amp;I em defesa são adequadas à realidade brasileira, marcada por baixo esforço em defesa (cerca de 1,08% do PIB, frente a percentuais superiores em potências como EUA, França e Rússia e ao compromisso de 5% do PIB assumido pelos aliados da OTAN até 2035) e forte concentração do orçamento em pessoal e custeio em detrimento de investimento e P&amp;D (SIPRI, 2024; Macrotrends, 2024; OTAN, 2025; Brasil, 2023; 2025). A análise da trajetória nacional (IME, ITA, IPqM, Embraer, Programa Nuclear da Marinha) e dos projetos estratégicos PROSUB, Gripen, KC-390 e SISFRON, confrontada com os modelos francês (ênfase em autossuficiência estatal em setores sensíveis) e norte-americano (terceirização estruturada via BID e universidades, articulada por instituições como a DARPA), indica que o Brasil já opera, de fato, um modelo híbrido, que combina busca de soberania em áreas críticas (nuclear, radares, cibernética, mísseis) com parcerias e transferência de tecnologia em domínios complementares, no marco da Tríplice Hélice governo–BID–universidade (Melo, 2015; Etzkowitz; Zhou, 2017; Andrade, 2019; Brasil, 2020; DARPA, 2024; CRS, 2021; Moura, 2022; Souza, 2022). O principal achado é que a consolidação consciente desse modelo híbrido, apoiada na elevação gradual do gasto em defesa para patamar mínimo de 2% do PIB com maior previsibilidade, na recomposição interna do orçamento em favor de investimento e CT&amp;I e no fortalecimento das capacidades de uso dual, constitui a estratégia mais realista e eficaz para reduzir vulnerabilidades externas, robustecer a Base Industrial de Defesa e posicionar o Brasil de forma competitiva no cenário tecnológico e geopolítico do século XXI.
Tipo: article</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.14867/848030">
    <title>Saberes, pensamento crítico e superioridade cognitiva: caminhos para mitigar a era da pós-verdade, polarização política e a guerra híbrida</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.14867/848030</link>
    <description>Título: Saberes, pensamento crítico e superioridade cognitiva: caminhos para mitigar a era da pós-verdade, polarização política e a guerra híbrida
Autor(es): Issmael Junior, Ali Kamel
Abstract: Technological advances and the digitization of communications have not ushered in an age of enlightenment, but rather a period of uncertainty, information overload, and instability in social relations and structures. Zygmunt Bauman (2001) called this scenario “liquid modernity,” characterized by political, social, and cognitive fragmentation. In this environment, post-truth emerges, in which emotions and personal beliefs prevail over objective facts in the formation of public opinion. This phenomenon contributes to increased political and ideological polarization, hindering rational dialogue and consensus building (Keyes, 2004; D’Ancona, 2017), as represented in the illustration on the right. The current context favors informational manipulation strategies characteristic of hybrid wars, which combine color revolutions and unconventional wars, with narratives as a central element of sociopolitical destabilization (Korybko, 2018). In this scenario, critical thinking plays a fundamental role as a form of cognitive, ethical, and social resistance (Lima Martins, 2025). This article, therefore, analyzes how structural knowledge, critical thinking, and cognitive superiority can mitigate the effects of post-truth and political polarization, in addition to strengthening the defense against hybrid threats to society.
Descrição: O avanço tecnológico e a digitalização das comunicações não inauguraram uma era de esclarecimento, mas sim um período de incertezas, excesso de informação e instabilidade nas relações e estruturas sociais. Zygmunt Bauman (2001) denominou esse cenário de “modernidade líquida”, caracterizado pela fragmentação política, social e cognitiva. Nesse ambiente, emerge a pós-verdade, em que emoções e crenças pessoais prevalecem sobre os fatos objetivos na formação da opinião pública. Esse fenômeno contribui para o aumento da polarização política e ideológica, dificultando o diálogo racional e a construção de consensos (Keyes, 2004; D’Ancona, 2017), como representado na ilustração ao lado. O contexto atual favorece estratégias de manipulação informacional características das guerras híbridas, que combinam revoluções coloridas(1) e guerras não convencionais, tendo as narrativas como elemento central de desestabilização sociopolítica (Korybko, 2018). Nesse cenário, o pensamento crítico assume um papel fundamental como forma de resistência cognitiva, ética e social (Lima Martins, 2025). Este artigo, portanto, analisa como os saberes estruturantes, o pensamento crítico e a superioridade cognitiva podem mitigar os efeitos da pós-verdade e da polarização política, além de fortalecer a defesa contra ameaças híbridas à sociedade.; Artigo publicado na Revista do Clube Naval - ano 133, n. 415, jul/ago/set 2025.
Tipo: journalArticle</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://hdl.handle.net/20.500.14867/847970">
    <title>A metodologia do Institute for Defense Analyzes dos Estados Unidos da América para gestão de defesa</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.14867/847970</link>
    <description>Título: A metodologia do Institute for Defense Analyzes dos Estados Unidos da América para gestão de defesa
Autor(es): Issmael Junior, Ali Kamel
Descrição: Artigo apresentado na Revista Marítima Brasileira (RMB) v. 145, n°. 04/06, abril/junho 2025
Tipo: article</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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