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https://hdl.handle.net/20.500.14867/848085Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Orrico, André dos Santos | - |
| dc.contributor.author | Nascimento, Leonardo Miranda do | - |
| dc.date.accessioned | 2026-02-03T14:27:57Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-03T14:27:57Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | - |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/20.500.14867/848085 | - |
| dc.description | Nos últimos anos, a Marinha do Brasil tem enfrentado um cenário de mudanças rápidas e desafiadoras. A chegada de tecnologias como a inteligência artificial, a guerra eletrônica e a cibersegurança está transformando não só o modo de operar, mas também a forma de pensar a defesa no mar. Mais do que aumentar o poder de combate, essas inovações estão mudando a maneira como Nações protegem seus ativos, especialmente em áreas estratégicas como o Atlântico Sul e a Amazônia Azul. O tema ganha urgência diante de um contexto mundial marcado por ameaças complexas, disputas recorrentes por recursos e uma corrida tecnológica brutal, que avança sem trégua. Este estudo tem como objetivo entender as mudanças causadas por essas tecnologias na lógica da dissuasão marítima, quais riscos surgem quando há dependência de soluções externas e que caminhos podem fortalecer a autonomia e a segurança nacionais. A pesquisa segue uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada tanto em grandes nomes da estratégia naval quanto em documentos oficiais e experiências internacionais que já mostraram o que funciona, e o que não funciona. Os resultados apontam na direção que, quando bem combinadas, essas ferramentas permitem monitorar mais de perto vastas áreas, tomar decisões mais rápidas e economizar recursos, mas também expõem a novas ameaças, como ataques virtuais e espionagem industrial. Dessa forma, adotar inteligência artificial, guerra eletrônica e cibersegurança de forma coordenada deixou de ser uma escolha para se tornar uma necessidade. No entanto, esses ganhos só serão duradouros se vierem acompanhados de investimentos constantes em proteção digital, formação de especialistas e fortalecimento da indústria nacional de defesa. Só assim a tecnologia deixará de ser um risco e passará a ser um verdadeiro instrumento de soberania. | pt_BR |
| dc.description | Trabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso Superior. (C-SUP 2025) | - |
| dc.description.abstract | In recent years, the Brazilian Navy has confronted a landscape of rapid and challenging changes. The arrival of technologies such as artificial intelligence, electronic warfare, and cybersecurity is transforming not only its operational methods but also its approach to maritime defense. More than simply increasing combat power, these innovations are changing how nations protect their assets, particularly in strategic areas like the South Atlantic and the Blue Amazon. This topic gains urgency amid a global context marked by complex threats, recurring disputes over resources, and a relentless technological arms race. This study aims to understand the changes these technologies have caused in the logic of maritime deterrence, the risks that arise from a dependence on external solutions, and what paths can strengthen national autonomy and security. The research follows a qualitative and exploratory approach, based on insights from leading figures in naval strategy, official documents, and international experiences that have demonstrated what works and what does not. The results suggest that, when properly combined, these tools allow for closer monitoring of vast areas, faster decision-making, and resource savings. However, they also expose nations to new threats, such as cyberattacks and industrial espionage. Thus, the coordinated adoption of artificial intelligence, electronic warfare, and cybersecurity is no longer a choice but a necessity. Yet, these gains will only be sustainable if they are accompanied by constant investment in digital protection, the training of specialists, and the strengthening of the national defense industry. Only then will technology cease to be a risk and become a true instrument of sovereignty. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Escola de Guerra Naval (EGN) | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.subject | Cibersegurança | pt_BR |
| dc.subject | Estratégia Naval | pt_BR |
| dc.subject | Guerra Eletrônica | pt_BR |
| dc.subject | Inteligência Artificial | pt_BR |
| dc.subject | Soberania Marítima | pt_BR |
| dc.subject | Tecnologias emergentes | pt_BR |
| dc.title | Transformação digital e dissuasão marítima: a inserção de tecnologias emergentes na estratégia naval brasileira | pt_BR |
| dc.type | bachelorThesis | pt_BR |
| dc.subject.dgpm | Estratégia, estratégia marítima e estratégia naval | pt_BR |
| dc.subject.setorMarinha | Estado-Maior da Armada (EMA) | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso | |
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