logo-ri

Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848088
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorAlmeida, Ramon Grosso de-
dc.contributor.authorSantos Júnior, Amaro José dos-
dc.date.accessioned2026-02-03T15:12:05Z-
dc.date.available2026-02-03T15:12:05Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848088-
dc.descriptionOs interesses extrarregionais na área do Atlântico Sul manifestam-se por meio da exploração de recursos naturais, como petróleo e gás, bem como pela influência política e militar. Grandes potências e indústrias de defesa multinacionais têm demonstrado interesse na região, impulsionadas pela importância estratégica do Atlântico Sul como rota comercial e fonte de recursos. Em abril de 2023, na reunião da ZOPACAS, em Cabo Verde, o governo brasileiro reforçou a necessidade de restabelecer laços em prol de uma ordem internacional multipolar, por meio do fortalecimento da ZOPACAS como contraponto à expansão da OTAN como aliança global. A inclusão da ZOPACAS no PEM 2040, publicado em setembro de 2020, demonstra a relevância do tema para o Brasil. Com base na análise documental e na literatura especializada, discutimos as implicações e os desafios da cooperação do Brasil com outros países nos assuntos do Atlântico Sul. Também destacamos que o engajamento em tal iniciativa pode criar sinergias estratégicas que favoreçam os países da ZOPACAS, especialmente o Brasil, contribuindo para uma agenda comum de reequilíbrio geopolítico da ordem internacional. Por fim, pretendemos avaliar as estratégias geopolíticas utilizadas por outros países na região do Ártico, com o intuito de traçar um comparativo com a estratégia utilizada pelo governo brasileiro na região do Atlântico Sul. Uma análise da Matriz SWOT da geopolítica do Brasil na região do Atlântico Sul revela uma complexa interação de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. O Brasil se beneficia de seu status de maior nação do Atlântico Sul, devido ao seu tamanho geográfico, população e importância econômica na região. No entanto, interesses globais conflitantes, a falta de priorização para o Atlântico Sul e a crescente influência da Rússia, Estados Unidos da América e China apresentam desafios significativos, intensificando a competição por recursos e controle estratégico. Diante desse contexto, o objetivo principal deste estudo será avaliar como o Brasil vem tratando e negociando bilateralmente com cada país integrante da ZOPACAS de modo a maximizar os recursos disponíveis e implementar estratégias que priorizem alianças no contexto de uma “governança oceânica”.pt_BR
dc.descriptionTrabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso Superior. (C-SUP 2025)-
dc.description.abstractExtra-regional interests in the South Atlantic area are manifested through the exploitation of natural resources, such as oil and gas, as well as through political and military influence. Major powers and multinational defense industries have shown interest in the region, driven by the strategic importance of the South Atlantic as a trade route and source of resources. In April 2023, at the ZOPACAS meeting in Cabo Verde, the Brazilian government reinforced the need to reestablish ties in favor of a multipolar international order, by strengthening ZOPACAS as a counterpoint to the expansion of NATO as a global alliance. The inclusion of ZOPACAS in the PEM 2040, published in September 2020, demonstrates the relevance of the topic for Brazil. Based on documentary analysis and specialized literature, we discuss the implications and challenges of Brazil's cooperation with other countries on South Atlantic affairs. We also highlight that engaging in such an initiative can create strategic synergies that benefit the countries of the ZOPACAS, especially Brazil, contributing to a common agenda for geopolitical rebalancing of the international order. Finally, we intend to assess the geopolitical strategies used by other countries in the Arctic region in order to draw a comparison with the strategy used by the Brazilian government in the South Atlantic region. A SWOT analysis of Brazil’s geopolitics in the South Atlantic region reveals a complex interplay of strengths, weaknesses, opportunities, and threats. Brazil benefits from its status as the largest nation in the South Atlantic, due to its geographic size, population, and economic importance in the region. However, conflicting global interests, the lack of prioritization of the South Atlantic, and the growing influence of Russia, the United States, and China present significant challenges, intensifying competition for resources and strategic control. Given this context, the main objective of this study will be to evaluate how Brazil has been dealing and negotiating bilaterally with each country that is part of the ZOPACAS in order to maximize available resources and implement strategies that prioritize alliances in the context of “oceanic governance”.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectGeoconomia - Atlântico Sulpt_BR
dc.subjectGeoestratégia - Atlântico Sulpt_BR
dc.subjectGeopolítica - Atlântico Sulpt_BR
dc.subjectSegurança Regionalpt_BR
dc.subjectZOPACASpt_BR
dc.titleA geopolítica da África Ocidental: o Atlântico Sul e sua relevância geopolítica, geoeconômica e geoestratégicapt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmGeopolíticapt_BR
dc.subject.setorMarinhaEstado-Maior da Armada (EMA)pt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.