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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848089
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorAlves Junior, Luiz Carlos Lemos-
dc.contributor.authorSIlva, Daniel Alison Ferreira e-
dc.date.accessioned2026-02-03T16:49:45Z-
dc.date.available2026-02-03T16:49:45Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848089-
dc.descriptionEste trabalho analisa comparativamente a influência da China e da Rússia na África Ocidental, com foco nos casos da Nigéria e de Gana, e seus reflexos para o Entorno Estratégico Brasileiro (EEB). A região, estratégica para o Brasil por sua relevância geopolítica, recursos naturais e conexão com o Atlântico Sul, tem recebido crescente atenção de potências extrarregionais. A pesquisa, de abordagem qualitativa e comparativa, baseia-se em análise documental e bibliográfica entre 2000 e 2024. A presença chinesa caracteriza-se por investimentos maciços em infraestrutura, energia, mineração e comércio, complementados por instrumentos de Soft Power. A atuação russa prioriza cooperação militar, mineração e energia, associada a iniciativas de Sharp Power. Na Nigéria, a China concentra esforços em petróleo, gás, transporte e telecomunicações, enquanto a Rússia investe em defesa, gás natural e alumínio. Em Gana, a China diversifica sua presença, incluindo portos, ferrovias, agricultura e mineração; já a Rússia mantém vínculos históricos e atua em bauxita, educação e cooperação técnica. Apesar de ambas adotarem o princípio da não-interferência e buscarem ampliar sua influência, a China segue uma lógica predominantemente econômica e a Rússia, mais geopolítica e securitária, ambas gerando dependências assimétricas. Para o Brasil, essa intensificação implica desafios à segurança marítima, à integração atlântica e à ZOPACAS, mas também oferece oportunidades de cooperação. Conclui-se que Nigéria e Gana adotam posturas pragmáticas, aproveitando benefícios, mas enfrentando dilemas como endividamento, riscos ambientais, assimetrias comerciais e desafios à governança, exigindo do Brasil maior proatividade diplomática no Atlântico Sul.pt_BR
dc.descriptionTrabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para conclusão do Curso de Estado- Maior para Oficiais Superiores (C-EMOS 2025)-
dc.description.abstractThis study provides a comparative analysis of China’s and Russia’s influence in West Africa, focusing on the cases of Nigeria and Ghana, and their implications for the Brazilian Strategic Surroundings (EEB). The region, strategic to Brazil due to its geopolitical relevance, natural resources, and connection with the South Atlantic, has increasingly attracted the attention of extra-regional powers. Using a qualitative and comparative approach, the research is based on documentary and bibliographic analysis covering the period from 2000 to 2024. China’s presence is characterized by large-scale investments in infrastructure, energy, mining, and trade, complemented by Soft Power instruments. Russia’s engagement prioritizes military cooperation, mining, and energy, associated with Sharp Power initiatives. In Nigeria, China focuses on oil, gas, transport, and telecommunications, while Russia invests in defense, natural gas, and aluminum. In Ghana, China diversifies its involvement, including ports, railways, agriculture, and mining, whereas Russia maintains historical ties and operates in bauxite, education, and technical cooperation. Although both adopt the principle of non-interference and seek to expand their influence, China follows a predominantly economic logic, while Russia’s approach is more geopolitical and security-oriented, with both creating asymmetric dependencies. For Brazil, this intensification poses challenges to maritime security, Atlantic integration, and ZOPACAS, but also offers opportunities for cooperation. It is concluded that Nigeria and Ghana adopt pragmatic stances, leveraging benefits while facing dilemmas such as debt, environmental risks, trade asymmetries, and governance challenges, which demand greater Brazilian diplomatic proactivity in the South Atlantic.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectÁfrica Ocidentalpt_BR
dc.subjectChinapt_BR
dc.subjectEntorno Estratégico Brasileiropt_BR
dc.subjectGanapt_BR
dc.subjectNigériapt_BR
dc.subjectRússiapt_BR
dc.titleA projeção de poder de China e Rússia na África ocidental: análise comparativa das estratégias e seus reflexos geopolíticos para o Brasilpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmGeopolíticapt_BR
dc.subject.setorMarinhaEstado-Maior da Armada (EMA)pt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso

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