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https://hdl.handle.net/20.500.14867/848104Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Nagashima, Ohana Barbosa | - |
| dc.contributor.author | Araujo, Ricardo Parreiras de Bragança Oneto | - |
| dc.date.accessioned | 2026-02-10T16:53:23Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-10T16:53:23Z | - |
| dc.date.issued | 2024 | - |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/20.500.14867/848104 | - |
| dc.description | No dia 24 de fevereiro de 2024 a Federação Russa invadiu a Ucrânia, dando início ao maior conflito ocorrido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A Guerra da Ucrânia se iniciou em uma conjuntura de compactação temporal entre avanços tecnológicos. E nessa conjuntura e guerra, um paradoxo se apresentou no campo militar: os avanços ajudaram a definir a situação no Mar Negro ao mesmo tempo em que tiveram impacto marginal no cenário terrestre, caracterizado pela paralisia e atrição típicas da Primeira Guerra Mundial. Foi justamente a vertente marítima/naval do conflito que nos chamou a atenção pela oportunidade de se avaliar a conduta de uma marinha diminuta (ucraniana) ao se confrontar com uma marinha robusta, apoiada por estratégia bem definida (russa). Assim sendo, o propósito desta pesquisa foi confrontar dialeticamente as estratégias navais da Rússia e da Ucrânia para o Mar Negro, no período de 2022 a 2024, de modo a buscar conclusões sobre a relação entre a utilização de novas tecnologias em postura estratégica defensiva pelo mais fraco e a assimetria naval. Buscamos ainda verificar a aderência do que se aplicou no Mar Negro para ambientes geográficos distintos e outras forças navais. A aplicação do Método Dialético constatou como a Esquadra do Mar Negro, uma verdadeira força de dissuasão não nuclear, foi confrontada e contida em suas bases pela reduzida marinha ucraniana. Verificamos que o emprego de uma mentalidade de guerra assimétrica pelos ucranianos, conjugada com flexibilidade na liderança política e a combinação de tecnologia e inovação, possibilitou a negação da assimetria de forças. De posse dessa conclusão, realizamos a transposição dos novos conceitos para a realidade brasileira e definimos não somente a esquadra de dissuasão desejada para o século XXI, como apresentamos as sementes de um Conceito Operacional Conjunto de Defesa da Frente Leste brasileira | pt_BR |
| dc.description.abstract | On February 24th, 2022, Ukraine was invaded by troops of the Russian Federation starting the biggest war in Europe since World War II. The Ukrainian War began during a period of temporal compression between technological advancements. In this context and war, a paradox emerged in the military field: advances defined the situation in the Black Sea while had a marginal impact on the land scenario, characterized by the paralysis and attrition typical of World War I. It was precisely the maritime/naval aspect of the conflict that drew our attention due to the opportunity to evaluate the conduct of a tiny navy (Ukrainian) confronting a robust navy supported by a well- defined strategy (Russian). Therefore, the purpose of this research was to dialectically confront the naval strategies of Russia and Ukraine in the Black Sea from 2022 to 2024, aiming to draw conclusions about the relationship between the use of new technologies in defensive strategic posture by the weaker party and naval asymmetry. We also sought to verify the applicability of what was observed in the Black Sea to different geographical environments and other naval forces. The application of the dialectical method revealed how the Black Sea Fleet, a true non-nuclear deterrence force, was confronted and contained at its bases by the diminished Ukrainian navy. We found that the use of an asymmetric warfare mindset by the Ukrainians, combined with flexibility in the political leadership and the integration of technology and innovation, enabled the denial of force asymmetry. With this conclusion in hand, we applied these new concepts to the Brazilian reality and defined not only the desired deterrent fleet for the 21st century but also presented the seeds of a Joint Operational Concept for Defense of the Brazilian Eastern Front | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Escola de Guerra Naval (EGN) | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.subject | Assimetria naval | pt_BR |
| dc.subject | Conceito Operacional Conjunto de Defesa da Frente Leste | pt_BR |
| dc.subject | Esquadra de dissuasão | pt_BR |
| dc.subject | Estratégias navais | pt_BR |
| dc.subject | Guerra da Ucrânia | pt_BR |
| dc.title | Negação da assimetria entre forças navais: algumas reflexões do Mar Negro para o Poder Naval brasileiro | pt_BR |
| dc.type | bachelorThesis | pt_BR |
| dc.subject.dgpm | Defesa nacional e poder marítimo | pt_BR |
| dc.subject.setorMarinha | Estado-Maior da Armada (EMA) | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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