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https://hdl.handle.net/20.500.14867/848106Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Sanctos, Alexandre Quintanilha | - |
| dc.contributor.author | Dissertação apresentadaAlbuquerque, João Marcos de Almeida | - |
| dc.date.accessioned | 2026-02-11T12:13:33Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-11T12:13:33Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | - |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/20.500.14867/848106 | - |
| dc.description | Esta dissertação investiga a logística argentina durante a Guerra das Malvinas (1982), com foco no período que vai da Operação Rosário à tentativa de consolidação defensiva, buscando identificar a atuação e as lacunas das funções logísticas previstas na doutrina da Marinha do Brasil. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa e base predominantemente bibliográfica, estruturando o estudo a partir das fases da Operação Anfíbia (Planejamento, Embarque, Ensaio, Travessia e Assalto) e Defesa de Ilhas. O referencial teórico contempla os manuais da MB, com destaque para a distinção entre a função logística Engenharia e a Engenharia de Combate, relevante para a compreensão do contexto de posições defensivas permanentes e insulares. Os resultados mostram que, na Operação Rosário, a logística argentina apresentou forte ativação inicial, notadamente nas funções Recursos Humanos, Transporte e Suprimento, permitindo rápida prontificação e execução do Assalto. Contudo, na defensiva, sob bloqueio naval britânico, emergiram severas fragilidades estruturais, evidenciando a ausência de coordenação logística interforças, restrições de infraestrutura e improvisação nas respostas. Funções como Engenharia e Saúde, embora presentes, tiveram atuação aquém das necessidades, sendo a Engenharia um dos pontos mais críticos: sua limitada aplicação comprometeu a defensiva e, segundo a análise, um emprego mais amplo poderia ter dificultado ou inviabilizado a retomada britânica. A experiência argentina demonstra que a eficácia de uma operação anfíbia não se esgota no Assalto, exigindo antecipação de cenários defensivos, integração plena das funções logísticas e planejamento para ocupações prolongadas. As lições aprendidas oferecem subsídios para aprimoramentos doutrinários e para a preparação da Marinha do Brasil na defesa de ilhas oceânicas, ressaltando a importância de considerar, desde os tempos de paz, as demandas logísticas específicas desse ambiente. | pt_BR |
| dc.description | Trabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para conclusão do Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores (C-EMOS 2025) | - |
| dc.description.abstract | This dissertation examines Argentine logistics during the Malvinas War (1982), focusing on the period from Operation Rosario to the attempt at defensive consolidation, aiming to identify the performance and gaps in the logistical functions defined in the Brazilian Navy’s doctrine. The research adopts a qualitative approach with a predominantly bibliographic basis, structuring the study around the phases of the Amphibious Operation (Planning, Embarkation, Rehearsal, Transit and Assault) and the Defense of the islands. The theoretical framework is grounded in Brazilian Navy manuals, with emphasis on the distinction between the logistical function of Engineering and Combat Engineering, which is relevant to understanding the context of permanent, insular defensive positions. The results show that in Operation Rosario, Argentine logistics demonstrated strong initial activation, notably in the functions of Human Resources, Transportation, and Supply, enabling rapid readiness and execution of the Assault. However, in the defensive phase, under British naval blockade, severe structural weaknesses emerged, revealing the absence of interforce logistical coordination, infrastructure constraints, and improvised responses. Functions such as Engineering and Health, although present, performed below operational needs, with Engineering being one of the most critical points: its limited application undermined the defense, and, according to the analysis, a broader employment could have hindered or even prevented the British recapture. The Argentine experience demonstrates that the effectiveness of an amphibious operation does not end with the Assault, requiring anticipation of defensive scenarios, full integration of logistical functions, and planning for prolonged occupations. The lessons learned provide input for doctrinal improvements and for the Brazilian Navy’s preparation in defending oceanic islands, highlighting the importance of considering, in peacetime, the specific logistical demands of such environments. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Escola de Guerra Naval (EGN) | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.subject | Defesa de Ilhas | pt_BR |
| dc.subject | Engenharia Militar | pt_BR |
| dc.subject | Guerra das Malvinas | pt_BR |
| dc.subject | Logística Militar | pt_BR |
| dc.subject | Operação Anfíbia | pt_BR |
| dc.title | A logística Argentina na guerra das Malvinas: a operação Rosário e a consolidação defensiva | pt_BR |
| dc.type | bachelorThesis | pt_BR |
| dc.subject.dgpm | Logística militar naval | pt_BR |
| dc.subject.setorMarinha | Estado-Maior da Armada (EMA) | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| C-EMOS 031 JOAO MARCOS DE ALMEIDA ALBUQUERQUE_99362_assignsubmission_file_CEMOS_031_DIS_CC_FN_ALBUQUERQUE.pdf | 367,25 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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