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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848121
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorPeçanha, Otacilio Bandeira-
dc.contributor.authorSouza, Anderson de Souza-
dc.date.accessioned2026-02-23T16:30:59Z-
dc.date.available2026-02-23T16:30:59Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848121-
dc.descriptionEste trabalho analisa a aplicabilidade do conceito de Maritime Operations Center (MOC) à estrutura de comando e controle (C2) da Marinha do Brasil (MB), com foco no nível operacional. O estudo parte do reconhecimento de que a crescente complexidade do ambiente operacional impõe a necessidade de estruturas mais integradas, flexíveis e responsivas, capazes de apoiar de forma eficaz o processo decisório dos comandantes operacionais. Para isso, foi realizada uma investigação qualitativa, exploratória e comparativa, com base em documentos doutrinários da Marinha dos Estados Unidos da América (EUA), da MB e em experiências institucionais. O trabalho apresenta a gênese e o desenvolvimento do MOC a partir de 2002, com sua consolidação como instrumento central de C2 na Marinha norte- americana, especialmente no âmbito do United States Fleet Forces Command (USFFC). Em seguida, são examinadas as estruturas de C2 da MB no nível operacional, com ênfase no Comando de Operações Navais (ComOpNav) e no Comando em Chefe da Esquadra (ComemCh), identificando seus pontos fortes e limitações à luz das exigências contemporâneas. A análise revela que o modelo MOC representa uma evolução natural, e não uma ruptura, em relação à estrutura tradicional de Estado-Maior, sendo compatível com os marcos doutrinários da MB. O estudo identifica tentativas preliminares de adoção do conceito no contexto brasileiro e propõe diretrizes para sua implementação gradual, respeitando as especificidades institucionais e operacionais da Força. Conclui-se que a adoção de uma estrutura baseada no modelo MOC pode ampliar significativamente a eficácia do ComOpNav e comandos subordinados perante suas atribuições de preparo e emprego de forças navais, contribuindo para o fortalecimento do Poder Naval. Por fim, o trabalho sugere aprofundamentos futuros sobre a aplicação do modelo a comandos específicos, como o Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra e o Comando Naval de Operações Especiais.pt_BR
dc.description.abstractThis study analyzes the applicability of the Maritime Operations Center (MOC) concept to the command and control (C2) structure of the Brazilian Navy (MB), with a focus on the operational level. The research is based on the recognition that the growing complexity of the strategic environment demands more integrated, flexible, and responsive structures capable of effectively supporting the decision-making process of operational commanders. To this end, a qualitative, exploratory, and comparative investigation was conducted, based on doctrinal documents from the United States Navy, the Brazilian Navy, and institutional experiences. The study presents the origin and development of the MOC since 2002, highlighting its consolidation as a central C2 tool in the U.S. Navy, particularly within the United States Fleet Forces Command (USFFC). It then examines the current C2 structures of the MB at the operational level, with emphasis on the Naval Operations Command (ComOpNav) and the Fleet Commander-in-Chief (ComemCh), identifying their strengths and limitations in light of contemporary operational demands. The analysis shows that the MOC model represents a natural evolution, rather than a rupture, when compared to the traditional staff structure, and is compatible with the doctrinal foundations of the MB. The study identifies preliminary efforts to adopt the concept in Brazil and proposes guidelines for its gradual implementation, respecting institutional and operational particularities. It concludes that adopting a structure based on the MOC model can significantly enhance the effectiveness of ComOpNav and its subordinate commands in fulfilling their responsibilities for the preparation and employment of naval forces, thus strengthening maritime power. Finally, the study suggests further research on applying the model to specific commands, such as the Fleet Marine Force and the Naval Special Operations Command.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectCentro de Operações Marítimaspt_BR
dc.subjectComando e Controlept_BR
dc.subjectNível Operacionalpt_BR
dc.titleOrganização de um sistema integrado de aeronaves remotamente pilotável em proveito das Forças Armadaspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmAeronáuticapt_BR
dc.subject.setorMarinhaDiretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM)pt_BR
Aparece nas coleções:Aeronáutica: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso

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