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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848170
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMussato, André Tominaga-
dc.contributor.authorSoares, Luiz Claudio-
dc.date.accessioned2026-02-26T18:06:36Z-
dc.date.available2026-02-26T18:06:36Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848170-
dc.descriptionO presente trabalho tem como objetivo analisar a guerra híbrida e sua influência no cenário brasileiro, especialmente entre os anos de 2013 e 2022. Em um contexto global marcado pela sofisticação das disputas geopolíticas e pelo avanço das tecnologias de informação, o conceito de guerra híbrida tornou-se central para compreender as novas formas de conflito que transcendem as batalhas convencionais. Esse tipo de guerra combina táticas tradicionais e não convencionais, incluindo desinformação, lawfare, guerra econômica, ciberataques e operações psicológicas, com o objetivo de enfraquecer adversários de forma indireta e gradual. No Brasil, a guerra híbrida se manifestou através de processos complexos de desestabilização institucional, manipulação midiática e polarização social. Episódios como as Jornadas de Junho de 2013, o impeachment da presidente Dilma Rousseff, a Operação Lava Jato, a prisão e posterior libertação de Luiz Inácio Lula da Silva, além das eleições de 2018 e 2022, configuram marcos de aplicação de estratégias híbridas. A disseminação de fake news, o uso intensivo de bots e algoritmos nas redes sociais e a captura do discurso público por influenciadores digitais revelam o poder destrutivo da guerra informacional no ambiente democrático brasileiro. Este estudo conclui que a guerra híbrida no Brasil não apenas impactou eleições e lideranças políticas, mas também fragmentou a sociedade e corroeu a confiança nas instituições. O fortalecimento da democracia, diante desse cenário, passa pela resistência à manipulação informacional e pela reconstrução de um espaço público baseado no diálogo, na transparência e na defesa intransigente do Estado de Direito. A guerra híbrida, ao final, não é vencida nos campos de batalha físicos, mas nas mentes e corações dos cidadãos.pt_BR
dc.descriptionTrabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso Superior. (C-SUP 2025)-
dc.description.abstractThis study aims to analyze hybrid warfare and its influence on the Brazilian scenario, especially between 2013 and 2022. In a global context marked by the sophistication of geopolitical disputes and the advancement of information technologies, the concept of hybrid warfare has become essential to understand new forms of conflict that go beyond conventional battles. This type of warfare combines traditional and non-traditional tactics including disinformation, lawfare, economic warfare, cyberattacks, and psychological operations in order to weaken adversaries in an indirect and gradual manner. In Brazil, hybrid warfare has manifested itself through complex processes of institutional destabilization, media manipulation, and social polarization. Episodes such as the June 2013 protests, the impeachment of President Dilma Rousseff, the Operation Car Wash, the imprisonment and subsequent release of Luiz Inácio Lula da Silva, and the 2018 and 2022 presidential elections represent landmarks in the application of hybrid strategies. The spread of fake news, the intensive use of bots and algorithms on social media, and the capture of public discourse by digital influencers demonstrate the destructive power of informational warfare in Brazil's democratic environment. This research concludes that hybrid warfare in Brazil has not Only impacted elections and political leaders but also fragmented society and eroded trust in institutions. Strengthening democracy, in this scenario, requires resisting informational manipulation and rebuilding public debate spaces based on dialogue, transparency, and the unconditional defense of the rule of law. Ultimately, hybrid warfare is not won on physical battlefields, but in the minds and hearts of citizens.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectDesinformaçãopt_BR
dc.subjectDisputas geopolíticaspt_BR
dc.subjectGuerra híbridapt_BR
dc.subjectLiderança políticapt_BR
dc.subjectManipulação informacionalpt_BR
dc.subjectTecnologias de informaçãopt_BR
dc.titleGuerra híbrida: cenário brasileiropt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmDefesa nacional e poder marítimopt_BR
dc.subject.setorMarinhaEstado-Maior da Armada (EMA)pt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso



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