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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848216
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorPalmeira, Leonardo dos Santos-
dc.contributor.authorGuimarães, Claudeniz Fernandes-
dc.date.accessioned2026-03-05T16:59:24Z-
dc.date.available2026-03-05T16:59:24Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848216-
dc.descriptionEsta monografia tem o objetivo de descrever e analisar as estratégias marítimas empregadas pela Argentina e pela Grã-Bretanha durante o conflito pela disputa do arquipélago das Malvinas (para os argentinos), ou Falklands (para os britânicos). Para a consecução dos objetivos do trabalho, primeiramente foi apresentada uma breve história das estratégias marítimas para, posteriormente, descrever e analisar os conceitos de estratégias marítimas, suas conexões e emprego. Após a compreensão desses conceitos, foram apresentados os antecedentes do referido conflito, bem como as estratégias marítimas utilizadas pelos dois países beligerantes, por se tratar de uma guerra eminentemente marítima. Dentre as estratégias marítimas identificadas, no decorrer da análise, houve um destaque para a estratégia de riquezas, que, para um dos autores consultados, corresponde a uma subestratégia da estratégia marítima. Porém, esta pesquisa reanalisou e chegou à conclusão de que essa estratégia está conectada diretamente a uma estratégia geral (geralmente, política e econômica de interesses nacionais). Neste contexto, a estratégia de riquezas está acima da estratégia marítima, e utilizada para permitir a alocação de recursos necessários ao planejamento e emprego das demais estratégias marítimas (projeção de poder, dissuasão, percepção, diplomacia, controle de área marítima, domínio do mar, negação do uso do mar e emprego e mobilização do Poder Marítimo). Neste sentido, conforme previsto no objetivo geral, analisou-se como esse conflito influenciou o Pensamento Estratégico Marítimo do Brasil, chegando-se à conclusão de que o Brasil planejou as suas estratégias marítimas a partir de lições aprendidas com esse conflito, como o programa de desenvolvimento do submarino nuclear, o emprego da aviação embarcada e de navios de superfície, além de manter suas Ilhas com ocupação permanente, garantido a sua soberania e evitando que ocorra evento semelhante com o País. Soma-se, também, o seguinte aprendizado: que o País deve atentar para que o planejamento de suas estratégias marítimas para o Atlântico Sul continuem acompanhando os avanços tecnológicos; e que a estratégia de riquezas é fundamental para a estratégia de meios.pt_BR
dc.descriptionTrabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso Superior. (C-SUP 2025)-
dc.description.abstractThe aim of this monograph is to describe and analyze the maritime strategies employed by Argentina and Great Britain during the conflict over the Malvinas Archipelago (for the Argentines), or Falklands (for the British). In order to achieve the objectives of this work, a brief history of Maritime Strategies was first presented, followed by a description and analysis of the concepts of maritime strategies, their connections, and their use. After understanding these concepts, the background to the conflict was presented, as well as the maritime strategies used by the two belligerent countries, since it was an eminently maritime war. Among the maritime strategies identified in the course of the analysis, there was an emphasis on the wealth strategy, which, according to one of the authors consulted, corresponds to a sub-strategy of the maritime strategy. However, this research re-analyzed and came to the conclusion that this strategy is directly connected to a general strategy (generally, political and economic, focusing on national interests). In this context, the wealth strategy is above the maritime strategy and is used to enable the allocation of resources necessary for the planning and use of the other maritime strategies (power projection, deterrence, perception, diplomacy, control of maritime areas, control of the sea, denial of the use of the sea and employment and mobilization of maritime power). In this sense, as foreseen in the general objective, we analyzed how this conflict influenced Brazil's Maritime Strategic Thinking, coming to the conclusion that Brazil planned its maritime strategies based on lessons learned from this conflict, such as the nuclear sbmarine development program, the use of shipborne aviation and surface vessels, as well as keeping its islands permanently occupied, guaranteeing its sovereignty and preventing a similar event from occurring in the country. Another lesson learned: the country must ensure that its maritime strategy planning for the South Atlantic continues to keep pace with technological advances; and that a wealth strategy is fundamental to a means strategy.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectDiplomacia navalpt_BR
dc.subjectEstratégia de riquezaspt_BR
dc.subjectEstratégia marítima – Argentinapt_BR
dc.subjectEstratégia marítima – Grã-Bretanhapt_BR
dc.subjectGuerra das Malvinaspt_BR
dc.subjectProjeção de poderpt_BR
dc.titleO conflito entre a Argentina e o Reino Unido, em 1982: as estratégias marítimas utilizadas e a influência do conflito na elaboração do pensamento estratégico contemporâneo do Brasil para o Atlântico Sulpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmEstratégia, estratégia marítima e estratégia navalpt_BR
dc.subject.setorMarinhaEstado-Maior da Armada (EMA)pt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso



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