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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848223
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorFreitas, Chiara Leão A. de F. D. de-
dc.contributor.advisorMiranda, Silvio-
dc.contributor.authorIaruchewski, Aury-
dc.date.accessioned2026-03-05T18:15:42Z-
dc.date.available2026-03-05T18:15:42Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848223-
dc.descriptionO propósito deste trabalho é a busca pela compreensão de como ocorreu a evolução do pensamento estratégico naval brasileiro a partir dos anos 1980, com destaque para as concepções dos Almirantes Armando Amorim Ferreira Vidigal e Mário César Flores, cujas ideias marcaram de forma significativa a construção de uma doutrina marítima nacional. A pesquisa também analisa de que forma esses conceitos influenciaram, e continuam influenciando, as formulações mais recentes da Estratégia Nacional de Defesa (END). O estudo mostra como os dois estrategistas, cada um a seu modo, contribuíram para repensar a doutrina naval brasileira em diferentes contextos históricos, propondo caminhos que buscavam alinhar as capacidades da Marinha à realidade estratégica e econômica do país, com uma visão voltada tanto para os desafios internos quanto para o cenário internacional. O Almirante Vidigal se destacou por defender uma Marinha voltada prioritariamente à proteção das áreas costeiras, mas com capacidades ampliadas, pois sua visão estratégica chamava atenção para a importância da dissuasão e para as vulnerabilidades marítimas do Brasil em um mundo cada vez mais interconectado e globalizado. Já o Almirante Flores fez uma análise abrangente sobre a estrutura do Poder Naval brasileiro, propondo uma reconfiguração mais realista da Marinha, visto que sua proposta valorizava a vigilância do Atlântico Sul, a defesa da Amazônia Azul e a integração das capacidades navais ao projeto de desenvolvimento nacional. No contexto atual, observa-se a continuidade e atualização dessas perspectivas nos documentos oficiais de defesa, como a Política Nacional de Defesa (PND), a Estratégia Nacional de Defesa (END) e o Plano Estratégico da Marinha (PEM). A análise revela que o pensamento estratégico naval brasileiro tem evoluído de maneira gradual, porém consistente, ao combinar elementos da tradição com inovações capazes de proteger os interesses do país no ambiente marítimo.pt_BR
dc.descriptionTrabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso Superior. (C-SUP 2025)-
dc.description.abstractThe aim of this work is to understand how the evolution of Brazilian naval strategic thought has unfolded since the 1980s, with emphasis on the concepts of Admirals Armando Amorim Ferreira Vidigal and Mário César Flores, whose ideas significantly shaped the construction of a national maritime doctrine. This research also analyzes how these concepts influenced—and continue to influence—the more recent formulations of the National Defense Strategy (END). The study shows how both strategists, each in their own way, contributed to rethinking Brazilian naval doctrine in different historical contexts, proposing paths aimed at aligning the Navy’s capabilities with the country's strategic and economic realities, while addressing both domestic challenges and the international scenario. Admiral Vidigal stood out for a Navy primarily oriented toward coastal defense but with expanded capabilities, as his strategic vision emphasized the importance of deterrence and Brazil’s maritime vulnerabilities in an increasingly interconnected and globalized world. Admiral Flores, on the other hand, presented a comprehensive analysis of the structure of Brazilian naval power, proposing a more realistic naval configuration. His proposal valued surveillance of the South Atlantic, defense of the Blue Amazon, and the integration of naval capabilities into the broader national development project. In the current context, these perspectives continue to be reflected and updated in official defense documents, such as the National Defense Policy (PND), the National Defense Strategy (END), and the Navy's Strategic Plan (PEM). The analysis reveals that Brazilian naval strategic thought has evolved gradually yet consistently, by combining traditional elements with innovations capable of safeguarding the country’s interests in the maritime domain.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectAmazônia Azulpt_BR
dc.subjectDoutrina Naval Brasileirapt_BR
dc.subjectEstratégia Naval - Brasilpt_BR
dc.titleDefesa da Amazônia Azul: a influência dos almirantes Vidigal e Flores na estratégia naval brasileira contemporâneapt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmEstratégia, estratégia marítima e estratégia navalpt_BR
dc.subject.setorMarinhaEstado-Maior da Armada (EMA)pt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso



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