Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://hdl.handle.net/20.500.14867/848295| Título: | A comunicação social em operações militares: uma análise da Guerra do Golfo (1991) à luz da teoria do enquadramento |
| Autor(es): | Souza, Diego Pereira |
| Orientador(es): | Ignez, Jorge Silva Duarte |
| Palavras-chave: | Comunicação de Massa Comunicação Social (ComSoc) Guerra do Golfo Meios de Comunicação Mídia Teoria do Enquadramento |
| Áreas de conhecimento da DGPM: | Comunicação social |
| Setor(es) da Marinha: | Estado-Maior da Armada (EMA) |
| Data do documento: | 2025 |
| Editor: | Escola de Guerra Naval (EGN) |
| Descrição: | Esta dissertação investiga o papel estratégico da comunicação social (ComSoc) em operações militares, tendo como objeto de análise a utilização da ComSoc empregada pelos Estados Unidos da América (EUA) e seus aliados na Guerra do Golfo (1991). O estudo parte do pressuposto de que, nas sociedades contemporâneas, a comunicação não se limita à transmissão técnica de mensagens, mas constitui uma força que molda significados, influencia percepções públicas e legitima ações políticas. A partir de uma abordagem teórico-conceitual centrada na teoria do enquadramento (framing theory), o trabalho examina como os meios de comunicação selecionam, organizam e atribuem saliência a determinados aspectos dos eventos, influenciando diretamente a construção das narrativas da guerra. O
percurso analítico demonstra que a ComSoc, historicamente condicionada por transformações tecnológicas e sociais, consolidou-se como uma dimensão fundamental da organização simbólica das sociedades, especialmente em contextos de conflito. Nesse cenário, a teoria do enquadramento se apresentou como uma ferramenta metodológica potente para compreendermos como os discursos da mídia são estruturados e instrumentalizados em disputas geopolíticas. Os resultados da pesquisa indicaram que o enquadramento adotado pelos meios de comunicação durante a Guerra do Golfo teve papel decisivo na legitimação da intervenção militar e na modelagem das interpretações públicas sobre o conflito. Trabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores (C-EMOS 2025) |
| Abstract: | This dissertation investigates the strategic role of social communication in military operations, focusing on its use by the United States and its allies during the Gulf War (1991). It assumes that, in contemporary societies, communication is not merely a technical transmission of messages but a structuring force that shapes meanings, influences public perception, and legitimizes political actions. Grounded in a theoretical-conceptual approach based on framing theory, the study examines how media outlets select, organize, and assign salience to specific aspects of events, directly influencing the construction of war narratives. The analytical path demonstrates that social communication, historically shaped by technological and social transformations, has become a fundamental dimension of the symbolic organization of society, particularly in conflict contexts. In this scenario, Framing theory emerges as a powerful methodological tool to understand how media discourses are structured and instrumentalized in geopolitical disputes. The findings indicate that the framing adopted by the media during the Gulf War played a decisive role in legitimizing military intervention and shaping public interpretations of the conflict. |
| Tipo de Acesso: | Acesso aberto |
| URI: | https://hdl.handle.net/20.500.14867/848295 |
| Tipo: | Trabalho de fim de curso |
| Aparece nas coleções: | Multidisciplinar: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| C-EMOS 075 DIEGO PEREIRA DE SOUZA DIEGO PEREIRA_99309_assignsubmission_file_CEMOS_075_DIS_CC_CA_DIEGO_PEREIRA.pdf | 410,74 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.