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https://hdl.handle.net/20.500.14867/848407Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Issmael Junior, Ali Kamel | - |
| dc.date.accessioned | 2026-05-14T14:22:18Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-14T14:22:18Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/20.500.14867/848407 | - |
| dc.description | A organização e o investimento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) nas Forças Armadas são condições estruturantes para a autonomia estratégica do Brasil, e este policy paper demonstra, com base em evidências históricas e comparação internacional, que nem a autossuficiência plena nem a terceirização ampla da CT&I em defesa são adequadas à realidade brasileira, marcada por baixo esforço em defesa (cerca de 1,08% do PIB, frente a percentuais superiores em potências como EUA, França e Rússia e ao compromisso de 5% do PIB assumido pelos aliados da OTAN até 2035) e forte concentração do orçamento em pessoal e custeio em detrimento de investimento e P&D (SIPRI, 2024; Macrotrends, 2024; OTAN, 2025; Brasil, 2023; 2025). A análise da trajetória nacional (IME, ITA, IPqM, Embraer, Programa Nuclear da Marinha) e dos projetos estratégicos PROSUB, Gripen, KC-390 e SISFRON, confrontada com os modelos francês (ênfase em autossuficiência estatal em setores sensíveis) e norte-americano (terceirização estruturada via BID e universidades, articulada por instituições como a DARPA), indica que o Brasil já opera, de fato, um modelo híbrido, que combina busca de soberania em áreas críticas (nuclear, radares, cibernética, mísseis) com parcerias e transferência de tecnologia em domínios complementares, no marco da Tríplice Hélice governo–BID–universidade (Melo, 2015; Etzkowitz; Zhou, 2017; Andrade, 2019; Brasil, 2020; DARPA, 2024; CRS, 2021; Moura, 2022; Souza, 2022). O principal achado é que a consolidação consciente desse modelo híbrido, apoiada na elevação gradual do gasto em defesa para patamar mínimo de 2% do PIB com maior previsibilidade, na recomposição interna do orçamento em favor de investimento e CT&I e no fortalecimento das capacidades de uso dual, constitui a estratégia mais realista e eficaz para reduzir vulnerabilidades externas, robustecer a Base Industrial de Defesa e posicionar o Brasil de forma competitiva no cenário tecnológico e geopolítico do século XXI. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista de Segurança, Desenvolvimento e Defesa | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.subject | Defesa | pt_BR |
| dc.subject | Ciência e tecnologia | pt_BR |
| dc.subject | Inovação | pt_BR |
| dc.subject | Base industrial de defesa | pt_BR |
| dc.title | Ciência, tecnologia e inovação (CT&I) nas Forças Armadas: autossuficiência ou terceirização? | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.subject.dgpm | Economia e indústria de defesa | pt_BR |
| dc.subject.setorMarinha | Estado-Maior da Armada (EMA) | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Defesa Nacional: Coleção de Artigos | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Artigo RSDD CTI Autosuficiencia ou Terceirização 2026.pdf | 1,01 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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