logo-ri

Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848422
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorIssmael Junior, Ali Kamel-
dc.date.accessioned2026-06-12T13:13:32Z-
dc.date.available2026-06-12T13:13:32Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848422-
dc.descriptionOperações Multidomínio (Multidomain Operations, MDO) e agendas correlatas, como Joint All-Domain Operations (JADO) e Joint All-Domain Command and Control (JADC2), oriundas dos Estados Unidos da América (EUA) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), reposicionam a vantagem operacional na integração de dados, conectividade e comando e controle (C2) sob contestação (EUA, 2018; 2022; OTAN, 2015; 2018). Países do Sul Global enfrentam, contudo, restrições fiscais, heterogeneidade de sistemas, dependência tecnológica e vulnerabilidades cibernéticas que dificultam a adoção de arquiteturas complexas e proprietárias. Este artigo propõe um modelo mínimo viável para MDO, entendendo-o como um conjunto incremental de capacidades materiais e não materiais capaz de gerar ganhos mensuráveis sem pressupor convergência plena a ecossistemas de alto custo. A pesquisa é qualitativa, analítica e propositiva, baseada em revisão bibliográfica e documental de documentos doutrinários e estratégicos. Como síntese, o artigo apresenta um framework em camadas (dados, integração, decisão e efeitos), uma escala de maturidade em cinco níveis, uma matriz de riscos (espectro eletromagnético, cibernético e cognitivo) com mitigação prioritária e um roteiro por fases para implementação. Para reforçar aderência institucional sem recorte de Força, utiliza-se evidência documental brasileira sobre autonomia tecnológica, continuidade de capacidades e resiliência de serviços essenciais e infraestruturas críticas (Brasil, 2020a; 2020b; 2025a; 2025b; 2025c). Conclui-se que a abordagem mínima viável reduz lock-in, favorece resiliência sob degradação e oferece um caminho realista para países do Sul Global ampliarem coordenação conjunta, interoperabilidade incremental e capacidade de resposta em ambientes contestados.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Interaçãopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectOperações multidomíniopt_BR
dc.subjectComando e controlept_BR
dc.subjectIntegração de dadospt_BR
dc.subjectResiliênciapt_BR
dc.subjectSul Globalpt_BR
dc.titleOperações Multidomínio (MDO) no Sul Global: modelo mínimo viável para C2 e dados.pt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.subject.dgpmEstudo de operações militarespt_BR
dc.subject.setorMarinhaEstado-Maior da Armada (EMA)pt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Artigos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
40-ArtDossie-e95275-IssmaelJunior.pdf1,51 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.