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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848123
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorPompeu, Luís Fernando Nogueira-
dc.contributor.authorAndrade Junior, José Francisco de-
dc.date.accessioned2026-02-23T18:16:03Z-
dc.date.available2026-02-23T18:16:03Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14867/848123-
dc.descriptionNesta tese investiga-se a vulnerabilidade das infraestruturas de comunicações militares baseadas em sistemas satelitais geoestacionários (GEO) diante das ameaças cibernéticas, eletrônicas e espaciais, propondo alternativas contingenciais que aumentem a resiliência dos Sistemas de Comando e Controle (C 2) no nível estratégico da Marinha do Brasil. O foco recai sobre o Sistema Naval de Comando e Controle (SisNC2), sustentado pelo Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS), cuja dependência exclusiva de satélites geoestacionários pode comprometer a disponibilidade e a integridade das operações, como evidenciado pelo ataque à rede ViaSat durante o conflito Rússia-Ucrânia. Para mitigar essas fragilidades, foram estudadas três alternativas tecnológicas: sistemas satelitais de baixa órbita (LEO), comunicações de banda larga em alta frequência (WBHF) e banda estreita em alta frequência (NBHF). Cada solução foi avaliada quanto à soberania tecnológica, resiliência a interferências, operação em ambientes contestados e latência. A metodologia integrou revisão bibliográfica, pesquisa documental e uma Análise Multicritério Híbrida (AHP, MACBETH e TOPSIS), que permitiu classificar as opções segundo sete critérios: ataques cibernéticos, interceptação, bloqueio, armas antissatélites, largura de banda, controle nacional e latência. Os resultados indicaram que os sistemas satelitais de baixa órbita (LEO) apresentaram o melhor desempenho global, seguidos de forma bastante próxima pelas comunicações WBHF, que se destacaram pela alta resiliência e pelo pleno controle nacional. Em sequência, foram classificadas as soluções GEO e NBHF. Por fim, propõe-se a integração gradual e complementar dessas tecnologias à infraestrutura atual do SisNC 2, em consonância com a Política Nacional de Cibersegurança e a Estratégia Nacional de Defesa, visando à proteção de infraestruturas críticas e à garantia de autonomia operacional.pt_BR
dc.descriptionApresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para a conclusão do Curso de Política e Estratégia Marítimas (C-PEM 2025).-
dc.description.abstracthis thesis examines the vulnerabilities of military communications infrastructures based on geostationary (GEO) satellite systems in the face of cyber, electronic, and space threats, and proposes contingency alternatives to strengthen the resilience of Command and Control (C2) systems at the strategic level of the Brazilian Navy. The research focuses on the Naval Command and Control System (SisNC 2), which relies on the Military Satellite Communications System (SISCOMIS). Exclusive dependence on this infrastructure can compromise operational availability and integrity, as demonstrated by the cyberattack on the ViaSat network during the Russia–Ukraine conflict. To address these challenges, three technological alternatives were analyzed: Low Earth Orbit (LEO) satellite systems, Wideband High Frequency (WBHF) communications, and Narrowband High Frequency (NBHF) systems. Each option was assessed regarding technological sovereignty, resilience to interference, contested environment operation, and latency. The methodology combined literature review, documentary research, and a Hybrid Multicriteria Analysis (AHP, MACBETH, and TOPSIS), enabling prioritization of the alternatives against seven evaluation criteria: cyberattacks, interception, jamming, susceptibility to anti-satellite weapons, bandwidth, national control, and latency. Results indicated that Low Earth Orbit (LEO) satellite systems achieved the best overall performance, closely followed by WBHF communications, which stood out for their high resilience and full national control. Subsequently, GEO and NBHF systems ranked third and fourth, respectively. Finally, the thesis proposes the gradual and complementary integration of these technologies into the SisNC2 infrastructure to ensure operational continuity and decision-making autonomy in cases of access denial or satellite link degradation, in line with the National Cybersecurity Policy and National Defense Strategy, which stress technological sovereignty and the protection of critical information infrastructurespt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEscola de Guerra Naval (EGN)pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectAnálise Multicritériopt_BR
dc.subjectComando e controlept_BR
dc.subjectInfraestrutura de comunicaçõespt_BR
dc.subjectGuerra Eletrônicapt_BR
dc.subjectResiliência Operacional.pt_BR
dc.subjectVulnerabilidades Cibernéticaspt_BR
dc.titleComando e Controle (C2) nońivel estratégico : ameaças e contingências aos Sistemas Satelitais Geoestacionários na Marinha do Brasilpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.subject.dgpmTelecomunicaçõespt_BR
dc.subject.setorMarinhaDiretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM)pt_BR
Aparece nas coleções:Tecnologia da Informação: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso

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