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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848328
Título: Guerra das Malvinas (1982): uma análise do comando e controle à luz da teoria de John Boyd
Autor(es): Almeida, Felipe Silva de
Orientador(es): Cardoso Silva
Palavras-chave: Ciclo OODA
Comando e Controle
Guerra das Malvinas
Marinha Real Britânica
Teoria de Boyd
Áreas de conhecimento da DGPM: Estratégia, estratégia marítima e estratégia naval
Setor(es) da Marinha: Estado-Maior da Armada (EMA)
Data do documento: 2025
Editor: Escola de Guerra Naval (EGN)
Descrição: Esta dissertação analisa a Guerra das Malvinas (1982) sob a ótica do Comando e Controle, utilizando como referencial teórico a Teoria de John Boyd, com especial ênfase ao ciclo OODA (Observar, Orientar, Decidir e Agir). O estudo delimita seu objeto às ações da Marinha Real Britânica, examinando como seus comandantes enfrentaram um ambiente de combate complexo, incerto e distante, o que exigiu decisões rápidas, coordenação eficaz e capacidade de adaptação. Inicialmente, apresenta-se a fundamentação teórica, detalhando o ciclo OODA, seus fundamentos conceituais e suas aplicações ao Comando e Controle, ressaltando a importância da orientação flexível e da descentralização na tomada de decisão. Em seguida, contextualiza-se a Guerra das Malvinas, abordando as origens históricas da disputa, o cenário político, a mobilização britânica e as peculiaridades do ambiente operacional. A análise central confronta a teoria com a realidade, avaliando as operações britânicas desde o deslocamento ao Atlântico Sul, o uso de submarinos, a coordenação das forças-tarefa e as adaptações frente aos desafios logísticos e táticos. O trabalho destaca como a liberdade tática concedida a comandantes no terreno e a integração de informações estratégicas permitiram vantagem sobre as forças argentinas, cujas estruturas decisórias rígidas limitaram a resposta eficaz.
Trabalho apresentado à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para conclusão do Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores (C-EMOS 2025)
Abstract: This dissertation analyzes the Falklands War (1982) from the perspective of Command and Control, using John Boyd’s Theory as the theoretical framework, with special emphasis on the OODA loop (Observe, Orient, Decide, and Act). The study focuses on the actions of the Royal Navy, examining how its commanders faced a complex, uncertain, and distant combat environment that demanded rapid decisions, effective coordination, and adaptive capacity. Initially, the theoretical foundation is presented, detailing the OODA loop, its conceptual basis, and its applications to Command and Control, highlighting the importance of flexible orientation and decentralized decision-making. Then, the Falklands War is contextualized, addressing the historical origins of the dispute, the political and military scenario, the British mobilization, and the operational particularities. The central analysis confronts theory with reality, evaluating British operations from the deployment to the South Atlantic, the use of submarines, the coordination of task forces, and the adjustments made in the face of logistical and tactical challenges. The study highlights how the tactical freedom granted to field commanders and the integration of strategic information provided an advantage over the Argentine forces, whose rigid decision-making structures limited their effectiveness.
Tipo de Acesso: Acesso aberto
URI: https://hdl.handle.net/20.500.14867/848328
Tipo: Trabalho de fim de curso
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso

Arquivos associados a este item:
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