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https://hdl.handle.net/20.500.14867/848422| Título: | Operações Multidomínio (MDO) no Sul Global: modelo mínimo viável para C2 e dados. |
| Autor(es): | Issmael Junior, Ali Kamel |
| Palavras-chave: | Operações multidomínio Comando e controle Integração de dados Resiliência Sul Global |
| Áreas de conhecimento da DGPM: | Estudo de operações militares |
| Setor(es) da Marinha: | Estado-Maior da Armada (EMA) |
| Data do documento: | 2026 |
| Editor: | Revista Interação |
| Descrição: | Operações Multidomínio (Multidomain Operations, MDO) e agendas correlatas, como Joint All-Domain Operations (JADO) e Joint All-Domain Command and Control (JADC2), oriundas dos Estados Unidos da América (EUA) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), reposicionam a vantagem operacional na integração de dados, conectividade e comando e controle (C2) sob contestação (EUA, 2018; 2022; OTAN, 2015; 2018). Países do Sul Global enfrentam, contudo, restrições fiscais, heterogeneidade de sistemas, dependência tecnológica e vulnerabilidades cibernéticas que dificultam a adoção de arquiteturas complexas e proprietárias. Este artigo propõe um modelo mínimo viável para MDO, entendendo-o como um conjunto incremental de capacidades materiais e não materiais capaz de gerar ganhos mensuráveis sem pressupor convergência plena a ecossistemas de alto custo. A pesquisa é qualitativa, analítica e propositiva, baseada em revisão bibliográfica e documental de documentos doutrinários e estratégicos. Como síntese, o artigo apresenta um framework em camadas (dados, integração, decisão e efeitos), uma escala de maturidade em cinco níveis, uma matriz de riscos (espectro eletromagnético, cibernético e cognitivo) com mitigação prioritária e um roteiro por fases para implementação. Para reforçar aderência institucional sem recorte de Força, utiliza-se evidência documental brasileira sobre autonomia tecnológica, continuidade de capacidades e resiliência de serviços essenciais e infraestruturas críticas (Brasil, 2020a; 2020b; 2025a; 2025b; 2025c). Conclui-se que a abordagem mínima viável reduz lock-in, favorece resiliência sob degradação e oferece um caminho realista para países do Sul Global ampliarem coordenação conjunta, interoperabilidade incremental e capacidade de resposta em ambientes contestados. |
| Tipo de Acesso: | Acesso aberto |
| URI: | https://hdl.handle.net/20.500.14867/848422 |
| Tipo: | Artigo |
| Aparece nas coleções: | Defesa Nacional: Coleção de Artigos |
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